Ao longo de muitos meses, fui escrevendo e colando notícias neste blogue, tentando mostrar o quanto acredito neste PS e neste 1º ministro.
A dado momento, dei mais ênfase às incoerências e gralhas da oposição do que propriamente às coisas importantes.
Neste momento estamos a um passo de tomar uma decisão muito difícil. Uma decisão que vai influenciar o nosso futuro. E mais importante que as gralhas da oposição, mais importante que as não propostas, as não ideias, as suspeitas, é o nosso futuro.
Desculpem-me os que pensam diferente, mas eu não consigo imaginar este país governado por muito ou pouco tempo por um governo encabeçado por Manuela Ferreira Leite e, provavelmente, coligado com Paulo Portas. Seria mau de mais.
Por outro lado, com toda a honestidade, nem sequer acho que existam razões para que se "castigue" este governo, ou que os portugueses devam fazer o que dizia um dos cartazes de alguns professores há dias, não posso acreditar que se vote no diabo (assumindo que a MFL é o diabo) só porque as alterações, que todos os professores sabem que são necessárias, não correram bem, ou melhor, não correram como se esperava.
Muitas classes foram atingidas por reformas e, naturalmente, algumas das medidas não foram bem aceites, no entanto, julgo que no geral, todos concordam que as medidas tinham que ser tomadas, excepto no sector em que estamos inseridos.
Lamento que, com tanta polémica, com tanta medida, com tanta resistência, com tanta politiquice, este governo, este nosso primeiro, passe pela possibilidade de perder as eleições não por causa das reformas, mas por causa de calúnias e difamações. Não fosse a crise e, porque não dizê-lo abertamente, o Freeport com a TVI pelo meio, este país não teria outra opção que não a renovação da maioria absoluta.
Boa Sorte a todos, NÓS!